Chovem do céu, caem desamparados sobre mim como armas, cravando-se fundo na pele e rasgando a alma como se de uma folha de pó de arroz se tratasse.
O vermelho começa lentamente a colorir o preto que me rodeia e num grito abafado solto a minha raiva. CHEGA! BASTA! ACABOU!
Olho à volta e estou só...e assim vou continuar até o vermelho tapar todo o preto e a dor acabar...
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